Passaporte sanitário é inútil e inaplicável, diz deputado Luiz Ovando

Um dos principais defensores do tratamento precoce contra a Covid-19, o deputado federal dr. Luiz Ovando (PSL) critica a tentativa de criar mecanismo para impedir o direito de ir e vir de cidadãos, como o passaporte sanitário ou da vacina.
O assunto foi discutido ontem (27), em audiência pública na Câmara de Vereadores de Campo Grande. O debate teve a participação do secretário de Saúde do Estado, Geraldo Resende.
Médico há 46 anos, Luiz Ovando afirma que a iniciativa é inoportuna, despropositada, sem praticidade, aplicabilidade e sem fundamento científico.
“Esqueceram-se novamente dos fundamentos epidemiológicos, os quais mostram que, se 70% a 80% da população for contaminada ou vacinada, a pandemia é detida. Não justifica impor restrições quando mais de 56,25% da população do Estado está completamente imunizada”, explica.
O parlamentar lembra ainda que 360 mil pessoas (12% da população) se recuperaram da Covid-19 e, segundo ele, estão imunizadas, além dos assintomáticos, que estão protegidos.
Ovando argumenta que, para impor restrições, é necessária base científica sobre os fatos analisados estatisticamente. “Vamos deixar os discursos políticos ou ideológicos e nos concentrar na ciência, que, infelizmente tem servido apenas de referência erudita”, argumenta.
Acrescenta que os fundamentos científicos têm dado lugar às narrativas ideológicas, estimulando decisões como a do passaporte sanitário ou da vacina. “O povo está cansado de ver a pandemia ser usada como palanque”, conclui.

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