“Meu projeto é disputar a reeleição como deputado federal”, diz Luiz Ovando

Com a ficha de filiação ao Partido Progressista (PP) assinada, o médico Luiz Ovando afirmou nessa semana que seu projeto é disputar a reeleição como deputado federal. “Meus objetivos estão bem delineados. Sou pré-candidato à reeleição e vou apoiar a ministra Tereza Cristina para o Senado”, explicou.

Segundo Ovando, o presidente Jair Bolsonaro (PL) precisa se reeleger e trabalhar para que sua base no Congresso seja fortalecida por “verdadeiros companheiros”. Nessa conta, argumenta, entram a eleição de Tereza Cristina para o Senado, a sua reeleição e a eleição de outros nomes para deputado federal e estadual, afinados com o bolsonarismo.

O parlamentar aproveitou os últimos dias para visitar municípios. Na sexta-feira (26/2), esteve em Rochedo, onde anunciou investimentos em parceria com a prefeitura. Na segunda-feira de Carnaval (28), esteve em Sonora, onde entregou dois veículos para a saúde. Na quinta (3), participou da recepção de novos profissionais do programa residência médica da Santa Casa de Campo Grande. 

O governo Bolsonaro, atualmente, tem apenas o apoio declarado de Luiz Ovando dos 11 integrantes da bancada federal do Estado. “Sempre estive ao lado do presidente, até mesmo quando houve rebelião dentro do PSL, de onde saíram duas alas, de apoio e de oposição ao Bolsonaro”, relembra.

Em relação à disputa pela sucessão do governadorReinaldo Azambuja (PSDB), o parlamentar afirma que é preciso aguardar as mudanças partidárias e o prazo para afastamento de cargos públicos para ter ideia do quadro político. “Vamos formar uma base forte no Estado para dar palanque ao presidente. A Tereza estará à frente dessas articulações e terá meu apoio para consolidar essa ideia”, destaca.

Ovando argumenta que os conservadores precisam estar unidos para as eleições, reforçando as bandeiras que elegeram Bolsonaro em 2018. “As bandeiras de hoje são as mesmas de três anos atrás. Temos que nos manter unidos para dar mais quatro anos ao presidente e que ele possa realizar seu programa de governo com mais apoio e menos conflitos”, conclui.